Projeto Acorde Plantas Nativas é apresentado ao secretário do Planejamento
Renata Furlanetto
Secretaria de Estado do Planejamento
Florianópolis, SC - Foi apresentado ao secretário do Planejamento, Filipe Mello, nesta terça-feira (26), o Projeto Acorde Plantas Nativas e seu plano de ação para 2011-2012. Participaram do encontro o diretor de Planejamento da SPG, Norton Boppré, o coordenador de Projetos Especiais da SPG, Luiz Henrique Martins Ribeiro, e representantes dos órgãos e entidades que compõem o Comitê Executivo Estadual do Projeto, entre eles: secretarias de Desenvolvimento Econômico Sustentável e Agricultura e Pesca, Epagri, Udesc, Polícia Ambiental e Fapesc.
O Acorde Plantas Nativas foi lançado pela Secretaria de Estado do Planejamento em setembro de 2009, e busca a valorização da biodiversidade e da sustentabilidade ambiental por meio da reintrodução de plantas nativas em todo o Estado e de ações em educação ambiental nas escolas da Rede Pública Estadual. Entre as ações apresentadas para os próximos dois anos, está a extensão do Projeto e o 2º Seminário sobre a Biodiversidade Vegetal Catarinense.
Para o secretário Filipe Mello, o Projeto é de suma importância e deve ser desenvolvido em todas as 36 secretarias de Desenvolvimento Regional. “Precisamos de parcerias e ações concretas para que através do Acorde, possamos promover o estudo, cultivo, plantio e a valorização de plantas nativas no meio ambiente urbano e rural do Estado e, assim, colher resultados positivos para o meio ambiente e a sociedade”, completou. De acordo com o secretário, um exemplo simples e simbólico é o plantio de uma muda de Imbuia (planta símbolo de SC), que vem sendo feito durante as visitas da comitiva catarinense às regionais, dentro do Projeto Governar o Governo.
O representante da Epagri, Juarez Muller, comentou da importância em ter um membro da Cidasc neste comitê, já que é o órgão responsável por fazer o diagnóstico dos viveiros existentes no Estado. Falou também da necessidade de o Estado formular uma política específica de desenvolvimento florestal, além de uma campanha publicitária esclarecendo a importância das plantas nativas para a população e os produtores. “Atualmente não há interesse em produzir estas mudas, porque não possui mercado, ou seja, não gera lucro.”
Última atualização (Qua, 27 de Julho de 2011 16:23)




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