As visitas já são uma prática rotineira adotada pela Secretaria de Educação (Seduc) nas escolas privadas que possuem alunos com voucher e continuam nas 11 unidades credenciadas como polo de férias. A intenção é conferir se os itens exigidos via contrato são seguidos e se adequações devem ser feitas para que a qualidade dos serviços prestados esteja em consonância com aquilo que é oferecido nas unidades municipais.
Para estar habilitada, cada escola apresentou um projeto de atividades a serem realizadas durante o período de atendimento; além disso, comprometeu-se a fornecer cardápio orientado por profissional da nutrição. Também é de responsabilidade das escolas credenciadas apresentarem à Comissão itens como fichas de frequência das crianças e regimento interno da instituição.
Cada unidade deve seguir parâmetros estruturais, pedagógicos e sanitários que foram avaliados durante o período de credenciamento pela Comissão, em parceria com o Conselho Municipal de Educação (Conseme). Os requisitos em questão são avaliados durante as visitas. Alguns exemplos são: condições gerais da cozinha/lactário, dos alimentos utilizados e do refeitório; aspectos hidrossanitários; estado das salas de aula e da estrutura geral da unidade; atendimento a crianças com deficiência; e padrão das atividades oferecidas aos pequenos.
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“Estamos visitando as unidades e emitindo relatórios com fotos sobre o cumprimento de todos os itens exigidos em edital, bem como apontando sugestões e ajustes necessários, a fim de garantir o melhor atendimento e segurança às nossas crianças. As visitas são feitas semanalmente, sempre com devolutivas e acompanhamento por parte dos membros”, salienta a diretora-geral da Seduc, Kelli Cristina Dacol, que também lidera a Comissão.

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