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Domingo, 14 de Junho de 2026

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Audiência pública que debaterá ações preventivas diante do risco de El Niño em Santa Catarina tem data definida pela Alesc

A audiência foi proposta pelo deputado estadual Matheus Cadorin, do partido NOVO,

Audiência pública que debaterá ações preventivas diante do risco de El Niño em Santa Catarina tem data definida pela Alesc
Rodrigo Corrêa/ Agência Alesc
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No dia 22 de maio de 2026, às 9h, será realizada a audiência pública que irá debater “Ações de Prevenção, Inovação, Adaptação e Gestão de Riscos frente aos eventos climáticos extremos, especialmente diante das projeções relacionadas ao fenômeno El Niño”. O encontro será no Plenarinho Deputado Paulo Stuart Wright, na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), com transmissão ao vivo pelo canal oficial da Assembleia no YouTube.

A audiência foi proposta pelo deputado estadual Matheus Cadorin, do partido NOVO, e deve reunir órgãos técnicos, especialistas e representantes de municípios para analisar cenários climáticos, estruturas de resposta e planejamento preventivo diante do risco de eventos extremos.

O debate acontece em um momento de atenção para Santa Catarina. Projeções meteorológicas apontam alta probabilidade de formação do fenômeno climático entre junho e agosto, cenário já alertado também pela Defesa Civil estadual.

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Entre os principais pontos da audiência estão a situação das áreas de risco, a preparação das cidades mais vulneráveis, os investimentos previstos em prevenção e a integração entre estado e municípios em possíveis situações de emergência.

Para o deputado, o momento exige planejamento antecipado e coordenação entre diferentes setores. “Quando o alerta chega, o estado precisa saber exatamente como agir. A audiência é uma oportunidade para reunir informações, cobrar planejamento e entender se Santa Catarina está preparada para enfrentar um cenário mais severo”, afirma.

Segundo Cadorin, a discussão também busca dar mais transparência às ações previstas para prevenção e resposta a desastres naturais. “A população precisa saber quais estruturas existem hoje, o que já avançou e onde ainda existem fragilidades. Esse tipo de debate ajuda a transformar alerta em ação”, diz.

Nos últimos anos, várias regiões do estado, como o Vale e Alto Vale do Itajaí, acumularam prejuízos milionários causados por enchentes, além de impactos diretos para famílias, empresas e municípios inteiros. Diante do novo alerta climático para este ano, a expectativa é que o estado avance não apenas em monitoramento, mas principalmente em prevenção, capacidade de resposta e agilidade nas ações para reduzir danos e evitar que tragédias se repitam.

FONTE/CRÉDITOS: Juliete Tambosi/Assessora de Imprensa
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