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Nesta terça-feira (8), gestores, equipes pedagógicas e docentes da Rede Municipal de Ensino de Balneário Camboriú reuniram-se para a Conversa Inaugural da Política Municipal de Alfabetização. O momento, ocorrido no Dia Mundial da Alfabetização, foi marcado pelo diálogo, escuta e construção coletiva, em que os participantes debateram a implantação de políticas para que crianças aprendam a ler e escrever na idade certa.
De acordo com a secretária de Educação, Zélia Zanella, a construção da Política Municipal de Alfabetização representa um momento de diálogo e planejamento para fortalecer as práticas desenvolvidas na rede.
“O que transforma a educação são as pessoas e as ações práticas que estruturam esse processo. Por isso, esse momento de escuta e construção coletiva é tão importante, porque nos permite olhar para a realidade da nossa rede e pensar, juntos, em caminhos que contribuam efetivamente para a aprendizagem das nossas crianças”, destacou.
O encontro foi integrado por membros do Comitê de Discussão, formado por profissionais de diferentes segmentos da rede. No total, fazem parte do grupo 28 membros que representam gestores, supervisores, orientadores, equipe multidisciplinar da Educação e professores alfabetizadores, de Apoio Pedagógico, de Leitura, de Educação Física, de Atendimento Educacional Especializado (AEE), além do Conselho Municipal de Educação (Conseme).
A Política Municipal de Alfabetização é um conjunto de ações e metas estipuladas via legislação própria para garantir que crianças até o 2º ano do Ensino Fundamental consigam ler e escrever.
“As crianças são o futuro do nosso município; são elas que vão construir e reconstruir a nossa cidade. Então, o maior intuito desta política é transformar as crianças socialmente”, disse a técnica do Departamento de Ensino Fundamental, Karina Hastreiter.
A primeira reunião marcou o início dos trabalhos para a elaboração do documento, que deverá ser alinhado às diretrizes do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, às orientações do Programa Alfabetiza SC e às matrizes de referência do Sistema de Avaliação da Educação Básica de Santa Catarina (SEAESC).
“A importância dessa construção da política é promover um movimento de muita escuta e diálogo com os professores, a fim de fortalecer essa construção potente, olhando para as infâncias que temos, que são diversas, com o objetivo de assegurar a aprendizagem e garantir esse direito às nossas crianças”, disse a diretora do Departamento de Educação Infantil, Jéssica Zagoto.




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