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Política

Em Balneário Camboriú, João Rodrigues diz que governo do Estado fez uso político de convênios

O ex-prefeito de Chapecó visitou o 14º Acampamento Farroupilha e participou de uma caminhada com apoiadores

Em Balneário Camboriú, João Rodrigues diz que governo do Estado fez uso político de convênios
Fernando Maker Cine/Divulgação
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O candidato ao Governo de Santa Catarina João Rodrigues (PSD) cumpriu agenda de campanha em Balneário Camboriú no sábado (19). Recepcionado pela prefeita da cidade, Juliana Pavan (PSD), e pelo prefeito da vizinha Camboriú, Leonel Pavan (PSD), o ex-prefeito de Chapecó visitou o 14º Acampamento Farroupilha e participou de uma caminhada com apoiadores. Durante os encontros, o principal tema debatido foi a paralisação de obras estruturantes na região por quebra de compromisso do atual governo estadual.

O assunto ganhou força após o prefeito Leonel Pavan vir a público, em entrevista a uma rádio local, cobrar o Estado sobre o não repasse de recursos pactuados. Mesmo após a prefeitura de Camboriú assinar os convênios e realizar as licitações para a aguardada obra no Morro do Encano e para a duplicação da SC-102, o dinheiro prometido não chegou aos cofres do município. 

“O que o prefeito Pavan e o povo de Camboriú estão passando é a prova do que venho falando desde a pré-campanha. Em troca de apoio dos prefeitos, o Jorginho Mello assinou diversos convênios com a promessa de pagar depois das eleições”, afirmou Rodrigues. 

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A insatisfação na região aumentou recentemente, quando Jorginho visitou as obras do Morro do Encano na cidade vizinha de Itapema, que tem como prefeito Alexandre Xepa, do mesmo partido do governador licenciado.

“Usou o dinheiro do Estado para fazer política. Quem não aceitou a barganha, ficou apenas com o papel assinado. Veja o caso do Morro do Encano. De um lado, um prefeito do PSD que não apoia a reeleição. Do outro, um prefeito do partido do governador. Só um lado recebeu os recursos. Advinhem qual?”, ironizou o pessedista.

O candidato encerrou a agenda reafirmando seu compromisso com um modelo de gestão municipalista, de portas abertas e sem perseguição partidária na distribuição de verbas. 

“Não se pode fazer política chantageando os prefeitos. O recurso não é do governador, é dos catarinenses. Tem que ser investido onde a população precisa, como na SC-102”, defendeu Rodrigues.

FONTE/CRÉDITOS: Sheila Cardozo/Assessora de Imprensa

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