Adicione nosso site às suas fontes preferidas para acompanhar nossas notícias. 📰
O Programa Terra Limpa, da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semam), realizou mais uma edição da formação em educação ambiental para professores da Rede Municipal de Ensino. A ação ocorreu nesta quinta-feira (17) por meio de uma aula passeio a bordo do Barco Pirata, em Balneário Camboriú.
A iniciativa foi realizada em parceria com outros núcleos municipais que formam o colegiado de educação ambiental, como o Projeto Escola do Rio e Mar e a Gerência de Educação Ambiental da Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa). Na oportunidade, 30 educadores dos Centros Educacionais Municipais (CEMs) e dos Núcleos de Educação Infantil (NEIs) estiveram presentes.
A programação desta edição é alusiva à Semana Mundial da Água e tem o propósito de proporcionar aos educadores uma vivência prática de sensibilização ambiental a respeito dos recursos hídricos, da gestão integrada das bacias hidrográficas, da biodiversidade, da cultura oceânica e da sustentabilidade. O objetivo é levar o conhecimento adquirido às crianças vinculadas ao ensino público municipal, por isso os educadores são denominados “multiplicadores”.
Para o professor Nilton Gabriel, do CEM Tomaz Francisco Garcia, a formação proporciona, principalmente, um novo olhar sobre educação ambiental, de uma forma de fato estimulante.
“A iniciativa é interessante e eficaz porque mostra uma perspectiva diferente na forma de trabalhar educação ambiental, isto porque o aluno entra em contato com o meio ambiente e consegue repassar o conhecimento também em ambiente familiar porque recebeu o conteúdo sob um novo olhar”, afirma.
A formação foi conduzida pela professora doutora Laura Pioli Kremer, do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC). De acordo com ela, o objetivo é fazer a comunidade reconhecer o território em que vive e atuar criticamente e ativamente em uma construção de consciência coletiva.
“A ideia é que as pessoas se sensibilizem sobre a interdependência entre o oceano e a humanidade. Além dessa visão mais sistêmica, a ideia é que os participantes reconheçam os principais ecossistemas costeiros da região e que entendam a importância da manutenção desses ecossistemas para os processos sociais e ambientais”, diz.
Para o secretário de Meio Ambiente, Nelson Oliveira, a educação ambiental deve ser construída de forma integrada. “Quando diferentes áreas do município trabalham de forma integrada, conseguimos ampliar significativamente o alcance das nossas ações. O Programa Terra Limpa é um exemplo disso: Semam, Educação, Emasa, Escola do Rio e Mar e os demais parceiros unindo conhecimento e experiências para levar a educação ambiental cada vez mais perto da comunidade”, afirma.
“Queremos formar cidadãos que conheçam e valorizem o território onde vivem, compreendam a importância dos nossos rios, praias, oceanos e da biodiversidade, e, principalmente, transformem conhecimento em atitudes”, acrescentou o gestor.
Na ocasião, foram doados 30 exemplares ao colegiado de educação ambiental do livro “O que será que tem no mar”. A obra é escrita pela professora Laura Pioli e é voltada para, de forma lúdica, despertar a curiosidade e a consciência sobre os oceanos.



Comentários
Para comentar realize o login em sua conta!
Login Cadastre-se