O sabor da vida não é automático é um agitado trânsito dominado por números em louca marcha burocrática
e frenético emaranhado de dúvidas esquivando-se do ridículo em busca da luz magnífica que exige fôlego de pássaro que valora seu arquétipo enraigado feito árvore diminuto como átomo infinito tal qual círculo
irremediavelmente ético docemente harmônico com presença de espírito afeito ao crivo científico avesso ao modo fanático ciente da frieza da lâmina e seu conceito simbólico estratégico em momento crítico oportunamente cômico usufrutuário da força dinâmica cuja mente emprega ginástica sujeita tudo à prova matemática de semblante característico metódico e lírico de fino trato político que evita viés xenófobo pois se afirma patriótico conduta que considera básica neste belo espetáculo com olhar jornalístico traz discurso didático com riqueza dialética comovente como a música que combina tom e tônica com fidelidade rítmica
e precisão fonética a buscar sentido básico de percepção filosófica nesses pensamentos únicos de poderes magnéticos e em qualquer época inaugurando técnica própria com encaixe milimétrico e rigor litúrgico
esplêndido a cada sílaba deste teor mero e pródigo.
FONTE/CRÉDITOS: Por Jaime Telles
O texto acima expressa a visão de quem o escreveu, não necessariamente a de nosso portal.
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