Sim, este ano temos duas Semanas da Pátria.
A segunda antecede uma decisão jamais experimentada no Brasil. O destino da Nação está em nossas mãos.
Se, em 7 de setembro, reverenciamos a bandeira, o hino e a história de nossa Independência, o 25 de outubro terá o mesmo sentido simbólico. A diferença está nas redes sociais que um lado quer calar, justamente porque o povo tem informação e pode comparar. Desta vez, o voto na urna substituirá a espada, e o Hino Nacional Brasileiro ecoará muito além das margens do Ipiranga.
No retumbante brado desta brava gente, está a defesa dos valores que dão sentido à própria ideia de Pátria, num país onde o crime já foi longe demais.
Quem poderia imaginar que o crime ocupasse tanto espaço, a ponto de debochar da cara do povo, como se fosse ele próprio a instância derradeira e inquestionável? Não dá mais! As diferenças estão expostas, e cabe ao eleitor tirar suas próprias conclusões.
Só o povo tem o poder de estancar a sangria de abusos e afrontas à honestidade, à liberdade, à segurança, ao trabalho, às instituições e à Justiça.
O debate precisa ser duro e honesto.
Imaginemos, desde já, quais setores da sociedade se sentirão mais representados com a vitória deste ou daquele candidato? Onde estarão as maiores manifestações de entusiasmo? Nas ruas, nas famílias ou nos presídios? Ou o cidadão acuado, que enfrenta dificuldades para circular livremente e até para entrar no próprio bairro onde mora, porque alguém impõe suas próprias regras, ao arrepio da lei?
Ao ocupar o Palácio do Planalto, qual dos candidatos tende a enfrentar a criminalidade com firmeza e qual oferece o risco de contemporizar com ela? Qual deles tende a valorizar a produção que gera trabalho e o trabalho que viabiliza a produção? Qual lado estimula o crescimento pessoal e qual tende a manter o cidadão sob cabresto, em troca de migalhas?
“Longe vá, temor servil!”
O voto do próximo domingo vai muito além das propostas. É sobre joio e trigo.
Simples assim.
Pátria Mãe precisa ser gentil para com cidadãos que prezam por legítimos e valores, como: trabalho, ordem, honestidade, beleza, higiene, respeito e a obediência à Constituição. Precisamos de um Estado que cumpra seu dever, proteja quem trabalha e não permita que o cidadão de bem se torne refém daqueles que desprezam a lei e ousam blasonar ante fortunas acumuladas à custa do suor de quem produz.
Nesta inédita segunda Semana da Pátria brasileira, temos a imperiosa necessidade — e a oportunidade imperdível — de interromper um projeto de poder que compromete a decência pública e ultrapassa fronteiras. É hora de recolocar o Brasil no trilho da responsabilidade, da liberdade e do respeito, pelo futuro da Nação inteira.
Ficou fácil escolher.
As ruas têm gritado e, no domingo, gritarão ainda mais alto e em bom som, o valor das cores nacionais. Cores que até lembram girassóis, sempre voltados para a luz. Mas asseguro: serão pessoas. Uma massa humana que encerrará esta segunda Semana da Pátria e inaugurará um novo ciclo de corrigendas, para que o Brasil volte a escrever, com letras maiúsculas, o lema que jamais deveria desbotar: ORDEM E PROGRESSO.
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