A Prefeitura de Balneário Camboriú, por meio da Secretaria de Educação, lançou nesta quarta-feira (17) o projeto “Vestindo Valores: Educação em Campo”, que tem a Copa do Mundo FIFA 2026 como ponto de partida para promover a formação cidadã e o combate ao racismo na Rede Municipal de Ensino. O lançamento ocorreu no Centro Educacional Municipal Professor Armando César Ghislandi, no Bairro Vila Real, e reuniu educadores em formação sobre relações étnico-raciais.
Pela iniciativa, os estudantes da rede poderão ir à escola, todas as quartas-feiras até o fim do ano, com camisetas de times, seleções nacionais ou cores que os representem. Conforme explica a secretária de Educação, Zélia Zanella, trata-se de uma ação simbólica voltada ao respeito, à convivência harmoniosa e à valorização das diferenças.
"Um evento como a Copa desperta paixão, rivalidade e um forte senso de pertencimento. Quando esses sentimentos não são bem conduzidos, abrem espaço para conflitos e preconceitos. Por isso o projeto trabalha empatia, cooperação e cultura da paz no ambiente escolar, prevenindo situações de bullying", ressalta.
Combate ao racismo - A valorização das diferenças foi também o ponto de partida para a abordagem das relações étnico-raciais na educação infantil. Para a diretora do Núcleo de Educação Infantil Criança Esperança, Rosana da Silva Machado, as escolas têm papel central no enfrentamento ao racismo.
“Assim como o Vinícius Júnior é um símbolo da luta antirracista no futebol, as escolas também têm que ser símbolos da luta antirracista na sociedade. É nesse viés que estamos fazendo essa formação, para preparar os professores para o combate ao racismo dentro das escolas”, afirma.
A diretora reforça que o enfrentamento é uma tarefa coletiva. “O racismo é um problema da nossa sociedade. Todos nós temos que ser antirracistas: negros, brancos, pardos, indígenas, amarelos. Precisamos de pessoas aliadas nessa luta”, completa.
Já o administrador escolar Wil Filho ressalta que eventos de grande repercussão ampliam os debates sobre temas sensíveis. “Eventos como a Copa do Mundo, de lastro internacional, têm um alcance muito grande, e a gente consegue aproveitar essa projeção para abordar temas como as relações étnico-raciais, o preconceito e a intolerância”, avalia.
Segundo Wil, a atual gestão municipal é a principal responsável por esse espaço e pela possibilidade de discussão. “O governo da prefeita Juliana Pavan foi o primeiro que abriu as portas, de fato, para debater esses temas, que antes não eram debatidos e nem tinham formações”, aponta.
Atividades práticas - Além do dia temático semanal, as escolas poderão desenvolver atividades como rodas de conversa, produção de textos e desenhos, pesquisas sobre os países participantes, trabalhos sobre diversidade cultural no esporte, dinâmicas de empatia e resolução de conflitos e jogos cooperativos nas aulas de Educação Física.
Já o administrador escolar Wil Filho ressalta que eventos de grande repercussão ampliam os debates sobre temas sensíveis. “Eventos como a Copa do Mundo, de lastro internacional, têm um alcance muito grande, e a gente consegue aproveitar essa projeção para abordar temas como as relações étnico-raciais, o preconceito e a intolerância”, avalia.
Segundo Wil, a atual gestão municipal é a principal responsável por esse espaço e pela possibilidade de discussão. “O governo da prefeita Juliana Pavan foi o primeiro que abriu as portas, de fato, para debater esses temas, que antes não eram debatidos e nem tinham formações”, aponta.
Atividades práticas - Além do dia temático semanal, as escolas poderão desenvolver atividades como rodas de conversa, produção de textos e desenhos, pesquisas sobre os países participantes, trabalhos sobre diversidade cultural no esporte, dinâmicas de empatia e resolução de conflitos e jogos cooperativos nas aulas de Educação Física.
FONTE/CRÉDITOS: Secretaria Municipal de Comunicação/Gustavo Petry
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