O município de Balneário Camboriú conheceu, na tarde de terça-feira (2), no gabinete da prefeita Juliana Pavan, um estudo técnico que pode abrir caminho para futuras obras de dragagem no Rio Camboriú. O Projeto Estratégico de Dragagem, Manutenção Hidroviária e Requalificação Ambiental do Rio Camboriú foi apresentado pela Universidade Sinergia, de Navegantes, por meio do professor Marcos Müller, especialista em Saneamento e Sustentabilidade com Políticas Públicas. A apresentação também contou com a presença de João Marcos Mattos, diretor administrativo do Sinergia, e foi acompanhada pela equipe da Emasa.
Durante a apresentação, Marcos Müller detalhou o levantamento batimétrico realizado no Rio Camboriú por alunos da Universidade Sinergia, com o uso de drone equipado com sensores capazes de fazer a leitura do leito do rio. O estudo identificou pontos críticos de assoreamento e baixa profundidade, especialmente na região que compreende a Rua 3700 e segue pela Avenida Normando Tedesco, onde há trechos com apenas 20 centímetros de lâmina d’água.
Segundo o professor, esses pontos apresentam alta concentração de lodo, principalmente logo após a saída da Emasa, na outra margem do Rio Camboriú. O levantamento aponta que, ao longo do tempo, áreas entre as ilhotas existentes na hidrovia receberam grande carga de material orgânico e sedimentos, sem capacidade adequada de regeneração natural diante da intensidade do acúmulo.
A principal indicação do estudo é que a dragagem em pontos estratégicos do Rio Camboriú pode melhorar a fluidez da água, ampliar a movimentação do rio e contribuir diretamente para a redução do mau cheiro registrado na região, uma reclamação recorrente de moradores das duas margens, especialmente dos bairros da Barra e Barra Sul.
Para a prefeita Juliana Pavan, a apresentação feita pelo professor Marcos Müller reforça a necessidade de ações planejadas para recuperar a qualidade ambiental da região.
Para a prefeita Juliana Pavan, a apresentação feita pelo professor Marcos Müller reforça a necessidade de ações planejadas para recuperar a qualidade ambiental da região.
“Esse estudo nos mostra, com dados técnicos, o que muitos moradores já sentem no dia a dia. O Rio Camboriú precisa de atenção, planejamento e ações efetivas. A apresentação do professor Marcos foi muito esclarecedora e será muito importante para que a Emasa tenha em mãos um estudo batimétrico capaz de orientar os próximos passos. A dragagem de pontos estratégicos pode ser um avanço decisivo para melhorar a fluidez do rio, reduzir o mau cheiro e responder a uma demanda antiga da comunidade da Barra e da Barra Sul”, destacou a prefeita.
O diretor-presidente da Emasa, Auri Pavoni, também ressaltou a importância do estudo como primeiro caminho técnico para o planejamento de futuras intervenções no Rio Camboriú.
“Precisamos avançar com a dragagem do Rio Camboriú. Ter um estudo batimétrico é fundamental, porque ele mostra onde estão os pontos mais críticos, onde há maior acúmulo de lodo e onde a intervenção pode trazer melhor resultado ambiental. Esse é um primeiro passo importante para que possamos estruturar projetos, buscar os caminhos legais e dar sequência a uma ação que é necessária para melhorar a condição do rio e a qualidade de vida dos moradores”, afirmou Auri.
Com a apresentação do levantamento, Emasa e Universidade Sinergia iniciarão agora as tratativas legais para que o estudo possa ser doado para a Emasa e incorporado ao escopo técnico que dará base à abertura de projetos e à futura contratação de serviços de dragagem no Rio Camboriú.
“Precisamos avançar com a dragagem do Rio Camboriú. Ter um estudo batimétrico é fundamental, porque ele mostra onde estão os pontos mais críticos, onde há maior acúmulo de lodo e onde a intervenção pode trazer melhor resultado ambiental. Esse é um primeiro passo importante para que possamos estruturar projetos, buscar os caminhos legais e dar sequência a uma ação que é necessária para melhorar a condição do rio e a qualidade de vida dos moradores”, afirmou Auri.
Com a apresentação do levantamento, Emasa e Universidade Sinergia iniciarão agora as tratativas legais para que o estudo possa ser doado para a Emasa e incorporado ao escopo técnico que dará base à abertura de projetos e à futura contratação de serviços de dragagem no Rio Camboriú.
FONTE/CRÉDITOS: Secretaria Municipal de Comunicação/Rafael Weiss
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