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Sabado, 20 de Junho de 2026

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O que atletas da Copa, Ayrton Senna e Michael Jackson faziam antes de momentos decisivos

Técnica de visualização mental utilizada por grandes nomes do esporte e do entretenimento vem ganhando espaço

O que atletas da Copa, Ayrton Senna e Michael Jackson faziam antes de momentos decisivos
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Enquanto a Copa do Mundo de 2026 mobiliza bilhões de pessoas ao redor do planeta, um aspecto menos visível da preparação dos atletas também chama a atenção de especialistas em comportamento humano: o treinamento mental. Antes de entrarem em campo para partidas decisivas, muitos jogadores recorrem a técnicas de visualização para imaginar jogadas, antecipar cenários e fortalecer a confiança diante da pressão.

A prática está longe de ser exclusiva do futebol. Ao longo das últimas décadas, nomes como Ayrton Senna, Michael Phelps e Michael Jackson relataram o uso de técnicas de visualização mental como parte da preparação para momentos de alta exigência. O objetivo não era prever o futuro, mas reduzir a incerteza e aumentar a sensação de segurança diante do que estava por vir.

Para Elainne Ourives, treinadora mental, psicanalista e especialista em reprogramação mental, esse é justamente o principal benefício da técnica.

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“A ansiedade nasce quando a mente acredita que não está preparada para lidar com uma situação futura. Por isso, costumo dizer que o oposto da ansiedade não é a calma, é a segurança. Quando a pessoa desenvolve uma sensação interna de confiança, o cérebro reduz os estados de alerta e passa a funcionar de forma mais equilibrada”, afirma.

A visualização consiste em criar mentalmente uma experiência antes que ela aconteça, imaginando detalhes, comportamentos, emoções e possíveis desdobramentos de uma situação. Segundo especialistas, esse processo ajuda o cérebro a construir familiaridade com cenários que ainda não foram vividos.

Um dos exemplos mais conhecidos é o do nadador americano Michael Phelps. Seu treinador, Bob Bowman, revelou em diversas entrevistas que o atleta assistia diariamente a um “filme mental” de suas provas, visualizando cada etapa da competição antes mesmo de entrar na piscina. A estratégia ficou mundialmente conhecida durante os Jogos Olímpicos de Pequim, quando Phelps conquistou uma medalha de ouro mesmo após enfrentar problemas com seus óculos durante a prova.

No Brasil, Ayrton Senna também ficou conhecido por utilizar recursos semelhantes. Pessoas próximas ao tricampeão mundial relataram que ele costumava percorrer mentalmente os circuitos antes das corridas, imaginando curvas, ultrapassagens e diferentes cenários que poderiam surgir durante a disputa.

A visualização também esteve presente na rotina de artistas. Diversos relatos sobre Michael Jackson mostram que o cantor ensaiava mentalmente apresentações antes de subir aos palcos. O tema voltou a ganhar repercussão recentemente com a chegada aos cinemas da cinebiografia do artista, que reacendeu discussões sobre seus métodos de preparação e disciplina profissional.

Mais do que ensaiar performances, pessoas que trabalharam ao lado de Michael Jackson relatavam que ele tinha o hábito de construir mentalmente seus projetos antes que eles existissem na realidade. Shows, videoclipes e apresentações eram visualizados em detalhes, desde movimentos coreográficos e efeitos de iluminação até a reação do público. Em muitos casos, o artista chegava aos ensaios com uma visão bastante clara do resultado que pretendia alcançar, transformando posteriormente aquela imagem mental em execução prática.

A forma como enxergava o próprio potencial também ficou registrada em entrevistas. Em uma delas, Michael afirmou que não importava quantas pessoas duvidassem de alguém, desde que essa pessoa mantivesse a confiança em si mesma. Ao citar nomes como Thomas Edison, Walt Disney, Henry Ford e os irmãos Wright, destacou que muitos dos responsáveis por transformar a história foram desacreditados antes de alcançarem seus objetivos. Para especialistas em comportamento, essa capacidade de visualizar possibilidades antes que elas se tornem evidentes para os demais está entre os elementos mais associados à construção da autoconfiança e da perseverança diante de grandes desafios.

Segundo Elainne, a popularização dessas histórias ajudou a ampliar o interesse por técnicas de preparação mental fora dos ambientes esportivos e artísticos.

“Hoje as pessoas utilizam a visualização para situações muito mais próximas da vida cotidiana. Entrevistas de emprego, apresentações profissionais, provas, negociações importantes e até conversas difíceis podem gerar ansiedade porque envolvem algum grau de incerteza. Quando a mente cria familiaridade com o cenário, a sensação de ameaça diminui”, explica.

Da Copa do Mundo à entrevista de emprego - Embora seja frequentemente associada a atletas e celebridades, a visualização mental pode ser aplicada por qualquer pessoa no dia a dia.

No ambiente profissional, a técnica costuma ser utilizada antes de reuniões importantes, apresentações, entrevistas de emprego, negociações ou decisões que envolvam pressão e exposição.

“Quando o profissional visualiza previamente uma apresentação ou reunião, ele reduz a sensação de imprevisibilidade. Isso diminui a ansiedade e aumenta a confiança durante a execução”, afirma Elainne.

Nos estudos, a prática pode ajudar estudantes a se preparar emocionalmente para provas, vestibulares, concursos e apresentações acadêmicas. “Muitas vezes o aluno domina o conteúdo, mas é prejudicado pela ansiedade. A visualização ajuda a criar um estado emocional mais favorável para acessar o conhecimento que já foi aprendido”, explica.

A técnica também pode ser aplicada em relacionamentos e situações pessoais. Conversas difíceis, resolução de conflitos, mudanças de carreira, novos projetos ou qualquer situação cercada por incertezas podem ser trabalhadas por meio da preparação mental. “Quando uma pessoa visualiza uma conversa importante de forma equilibrada, ela chega ao momento real menos reativa e mais preparada emocionalmente para ouvir e se expressar”, diz.

A técnica de visualização é uma das principais ferramentas utilizadas no método de cocriação e materialização de objetivos, sonhos e metas. Porque, segundo Elainne, tudo começa em nossa mente.

Pesquisas sobre ensaio mental e imagética apontam que a visualização pode contribuir para melhorar concentração, coordenação motora, retenção de movimentos e controle emocional em situações de pressão. Utilizada há décadas por atletas de alto rendimento, a técnica passou a ser incorporada também em programas de desenvolvimento pessoal, educação e treinamento corporativo.

Para a especialista, a eficácia da prática não está em imaginar resultados perfeitos, mas em preparar o cérebro para lidar melhor com situações desafiadoras. “Muitas pessoas acreditam que visualizar é apenas pensar positivamente. Na verdade, trata-se de um exercício de preparação emocional. Quando a pessoa se vê enfrentando determinada situação com confiança, ela reduz a resistência mental e fortalece a percepção de capacidade para agir”, afirma.

Segundo Elainne, um exercício simples pode ser realizado em poucos minutos. A orientação é escolher uma situação que esteja gerando ansiedade, imaginar o cenário com riqueza de detalhes, visualizar comportamentos seguros e associar a experiência a emoções positivas. A repetição ajuda a criar familiaridade com aquilo que antes parecia ameaçador.

O interesse crescente pelo tema também impulsionou treinamentos e imersões voltados ao desenvolvimento dessa habilidade. Entre eles está a Oficina da Visualização, conduzida por Elainne Ourives, que reúne participantes para exercícios de mentalização guiada e construção consciente de objetivos. A próxima edição acontece nos dias 11 e 12 de julho.

Em meio à Copa do Mundo, quando milhões de pessoas acompanham atletas lidando com pressão, expectativa e decisões que podem definir carreiras inteiras, a discussão sobre visualização mental ganha novo espaço. Afinal, antes de um gol decisivo, de uma medalha olímpica ou de um espetáculo histórico, muitos dos nomes mais conhecidos do esporte e do entretenimento afirmam ter vivido aquele momento diversas vezes dentro da própria mente.

Para Elainne, a principal lição deixada por esses exemplos não está relacionada à fama ou ao sucesso. “A visualização não serve apenas para quem quer vencer uma competição. Ela pode ajudar qualquer pessoa que esteja enfrentando um desafio importante. O que muda não é o tamanho do palco, mas a capacidade de desenvolver segurança emocional diante do que ainda não aconteceu”, conclui.

Sobre Elainne Ourives - Treinadora mental, psicanalista, cientista e pesquisadora nas áreas da Física Quântica, das Neurociências e da reprogramação mental; autora best-seller de 11 livros; mestra de mais de 300 mil alunos, em 50 países, sendo 130 mil deles alunos do treinamento Holo Cocriação de Objetivos, Sonhos e Metas, a mais completa metodologia de reprogramação mental, vibracional e emocional, bem como de cocriação e manifestação de sonhos do mundo; formada pelos maiores cientistas do mundo, tais como Jean Pierre Garnier Malet, Tom Campbell, Gregg Braden, Bob Proctor, Joe Dispenza, Bruce Lipton, Deepak Chopra e Tony Robbins; multiplicadora do Ativismo Quântico de Amit Goswami; certificada pelo Instituto HeartMath; única trainer de Joe Vitale no Brasil.

Autora Best Seller dos livros: DNA Milionário® (2019); DNA da Cocriação® (2020); DNA Revelado das Emoções® (2021), Cocriador da Realidade (2022); Algoritmos do Universo (2022), Taqui-Hertz® (2022), O Meu Ano de Gratidão (2023), Gene da Juventude (2023), Visualização Holográfica (2023), DNA do Dinheiro (2024) e Frequência do Milagre (2025).

É ainda idealizadora dos Movimentos “A Vida é Incrível” e “Eu Estou Vivo”, lançados para ajudar a libertar o potencial máximo das pessoas na realização de seus sonhos. Criadora da Técnica Hertz® - Reprogramação da Frequência Vibracional, que surgiu a partir de descobertas da física quântica e do estudo aprofundado das mais poderosas terapias energéticas e emocionais do mundo, e já foi utilizada por mais de 3 milhões de pessoas no mundo todo.

Para mais informações: Acesse elainneourives.com.br ou acompanhe pelo Instagram @elainneourivesoficial.

Sugestão de fonte: clique aqui 

Fontes de pesquisa

Organização Mundial da Saúde (OMS) - https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/anxiety-disorders 

Microsoft - https://www.microsoft.com/en-us/worklab/work-trend-index/2025-the-year-the-frontier-firm-is-born 

Gallup - https://www.gallup.com/workplace/349484/state-of-the-global-workplace.aspx   

FONTE/CRÉDITOS: Carolina Lara/Lara Visibilidade Estratégica
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