A informação chega primeiro aqui!

Quarta-feira, 10 de Junho de 2026

Notícias/Segurança Pública

Polícia Civil deflagra operação “Top Off” e desmantela rede de distribuição de produtos falsificados

Balneário Camboriú, Itajaí, Porto Belo e Itapema estão ente as cidades fiscalizadas

Polícia Civil deflagra operação “Top Off” e desmantela rede de distribuição de produtos falsificados
PCSC/Divulgação
IMPRIMIR
Use este espaço apenas para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.
enviando

A Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou, nesta quinta-feira (07/08), a operação “Top Off”, coordenada pela Delegacia de Investigação de Crimes Ambientais e Crimes contra as Relações de Consumo da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DCAC/DEIC).

As investigações revelaram que um conglomerado de empresas funcionava como uma extensa rede de pirataria, organizada para distribuir produtos contrafeitos de uma famosa marca diretamente ao consumidor final, abrangendo todo o território catarinense e estendendo-se ao estado do Paraná.

A ação policial envolveu o cumprimento de 36 mandados de busca e apreensão, englobando 26 estabelecimentos comerciais distribuídos em 16 municípios, um centro de distribuição de mercadorias, a sede administrativa e as residências dos responsáveis pelas pessoas jurídicas envolvidas.

Leia Também:

A operação resultou na apreensão de aproximadamente 15 mil itens falsificados, incluindo fones de ouvido, capas de celular e cabos de carregamento. O valor total das mercadorias apreendidas alcançou R$ 750 mil. Foram coletados também equipamentos eletrônicos e documentos que permitirão o aprofundamento das investigações em curso.

Os municípios contemplados foram Florianópolis, São José, Palhoça, Biguaçu, Araranguá, São Francisco do Sul, Balneário Camboriú, Itajaí, Porto Belo, Itapema, Chapecó, Barra Velha, Joinville, Rio do Sul, Jaraguá do Sul e Curitiba/PR.

Bloqueio de R$ 10 milhões em bens dos investigados - Além das apreensões, a Justiça determinou o sequestro de bens e valores no montante de R$ 10 milhões, incluindo o bloqueio de contas bancárias, imóveis, embarcações e veículos vinculados aos suspeitos.

Os suspeitos responderão por crimes contra propriedade imaterial, crimes contra as relações de consumo e crimes contra a ordem tributária. As penas previstas variam de dois a cinco anos de reclusão, além de multas.

A operação contou com a participação do Conselho Estadual de Combate à Pirataria (CECOP) e da Fazenda Estadual, além do apoio operacional da Delegacia do Consumidor da Polícia Civil do Paraná (DECON/PCPR) e de diversas unidades da Polícia Civil de Santa Catarina.

FONTE/CRÉDITOS: Stefany de Souza Alves/Comunicação Social PCSC
Comentários:

Veja também

Crie sua conta e confira as vantagens do Portal

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!